terça-feira, 9 de fevereiro de 2010
Um filme de FC. Do Quenia.
quinta-feira, 4 de fevereiro de 2010
Estamos lendo: O Ladrão de Raios
Nosso colaborador Cadorno Teles leu o livro há tempos e fez uma resenha para o Homem Nerd. Confira uma trecho abaixo (ou clique aqui para lê-la integralmente):
Sin
opse: Um jovem de 12 anos, indisciplinado, disléxico e hiper-ativo, de repente começa a ser perseguido por seres mitológicos. É quando ele descobre que é filho de Poseidon, o deus do mar, e terá a difícil missão de barrar um confronto entre seu pai, Hades e Zeus.Há muita originalidade na narrativa, para compensar o que foi pego “emprestado”. A aprendizagem que os jovens semideuses segue a mesma temática das escolas gregas – sendo o uso da mitologia o que provavelmente atrairá leitores de todas as idades (a guerra dos deuses contra os Titãs é um bom exemplo da fidelidade que Rick utiliza). A personalidade dos filhos dos deuses seguir a de seu progenitor e a missão do protagonista em salvar o mundo da ruína são pontos positivos na série.
Escolhi esse trecho da resenha do Cadorno por refletir muito o que penso sobre a obra até agora: muita coisa parecida com sucessos como Harry Potter, mas também muita originalidade – afinal, Riordan consegue planejar muito bem séries, como podemos ver com The 39 Clues.
Mas, confesso, a tradução deste livro me incomoda: há diversos vícios da língua inglesa que continuam no texto, quando precisavam ser eliminados. Edição feita às pressas, talvez, mas esse problema também pode ser encontrado em outros títulos da Intrínseca (o que me faz acreditar que é uma definição editorial deles não retrabalhar o texto traduzido). Enfim, essas são considerações de quem trabalha com livro. ;)
Os meus comentários não vão parar por aqui, já que logo mais (IMDb diz 12 de fevereiro) o filme baseado na obra estreia em salas de cinema brasileiras. Aguardem!
sexta-feira, 29 de janeiro de 2010
Nerd Comenta (23)
1. Supernatural
Dois irmãos saem caçando fantasma por aí e o pessoal acha que isso é supernatural??? Se pelo menos eles fossem amigos do Geleia...
2. Terremoto
Depois de assolar o Haiti e o Chile, só podemos pensar em uma coisa: se o mundo fosse mesmo plano e estivesse repousando sobre o casco de uma tartaruga, a bicha com certeza tomou umas a mais nesses dias.
3. Robinho
O craque está de volta no Santos, mas chegou atrasado pra jogar ao lado da Marta...
4. Angelina Jolie
Sou completamente contra essa mania que a Angelina tem de sair adotando crianças pelo mundo. Quando Deus une um casal tão sex symbol assim, eles têm a obrigação de procriar e povoar o mundo de “gente fina, elegante e sincera com habilidade pra dizer mais sim do que não!”
5. Enem
Agora que saíram os resultados, os candidatos entram num site e fazem um complicado leilão para conseguir as vagas. Acho que as notas não valem coisa nenhuma, quem entender como funciona essa parada é que leva a matrícula.
6. Chuva
São Paulo tá parecendo o final do 2012, só que em câmera lenta.
7. Viver a Vida
A mina da novela tá tetraplégica e dividida entre dois irmãos. Cara, ninguém tem resfriado nas novelas do Maneco, é de pneumonia pra baixo!
8. Cabañas
O jogador levou um tiro e está hospitalizado. Isso tudo porque ele mora no México, se ele tivesse ficado no Paraguai a arma tinha falhado e ele tava por aí tranquilo, tranquilo.
9. Gary Coleman
O cara foi o maior sucesso na década de 80 em um seriado e agora não tem muito o que fazer da vida. Fica entrando e saindo da prisão o tempo todo... acho que ele tá competindo com o Zina.
Falando em Zina, é uma pena que o pessoal do Pânico está de férias... Esse era o lugar ideal para escolher a Musa da Beleza Interior!
quarta-feira, 27 de janeiro de 2010
Uma Festa Muito Esperada
terça-feira, 19 de janeiro de 2010
Senhor dos Anéis - Prólogo
Nas primeira linhas ele já fala de seu livro anterior, O Hobbit, que traz a primeira aparição de Bilbo, Gandalf e do Um Anel. Logo em seguida, começa a abordar as características naturais dos hobbits, povo criado a imagem e semelhança do autor, segundo ele próprio. Ou seja, um povo calmo, avesso a exercícios, com propensão à barriga de chopp.
Para falar da altura diminuta dos hobbits, Tolkien cita Urratouro, outrora mais alto hobbit de todos. Isso mostra o quanto as linhas gerais da história já estavam escritas, ao mencionar "dois personagens famosos de antigamente", que todos sabem ser Merry e Pippin, que só se tornariam altos muito tempo depois, crescendo a partir de As Duas Torres.
Além disso, são enumeradas diversas características do povo pequenino: a habilidade de se esconder, quase desaparecendo, rapidamente no mato; a prática famosa de cinco refeições por dia; cabelos encaracolados; pés peludos e sempre descalços; o apreço por música e diversão etc.
O fato dos hobbits fugirem de confusão e ação explica o fato de raramente se envolverem em guerras, por exemplo.
Há outros aspectos dos hobbits contados, como o seu gosto por histórias genealógicas e o fato de muitos deles morarem em tocas (tal qual coelhos, rabbits, em inglês) ou fumarem a suspeita erva-de-fumo.
quarta-feira, 13 de janeiro de 2010
Quando encontrei O Diário de Anne Frank
Como na época eu tinha bastante tempo livre, pegava toda semana de 3 a 4 livros para ler. Em maioria, eram livros da série Vaga-Lume ou afins. Meus colegas de classe, que também pegavam livros emprestados, gostavam de comentar sobre os livros, e o título O Diário de Anne Frank passou a martelar na minha cabeça semanas seguidas. Embora eu fosse uma aluna dedicada, meu conhecimento sobre Segunda Guerra Mundial era praticamente nulo (sim, palmas para o ensino público), por isso nunca passou pela minha cabeça que aquele diário fosse um registro tão importante. Para se ter ideia da minha falta de noção, eu achava que era apenas mais um diário fictício, que tratava de amor e coisas típicas da adolescência e, é claro, algo como um romance entre a tal da Anne e o Frank (!).

Então, imaginem minha surpresa quando comecei a ler o livro... que já apresenta em seu prefácio uma boa explicação do teor da obra. Eu nunca imaginaria que era um diário de verdade e, mais do que isso, de uma garota judia que se escondeu durante a Segunda Guerra. O Diário de Anne Frank foi o primeiro livro adulto que li, e que abriu de vez minha sede pela literatura e pelo mundo dos livros. Foi conhecendo a Anne e seu diário que senti aquele amor por leitura que eu tinha entrar em ebulição. E daí pra frente comecei a amadurecer meu desejo de trabalhar com publicações. Mas isso é uma outra história, voltemos ao Diário.
Na 8a série eu tinha 14 anos, e o livro me deixou chocada e encantada de tal maneira que deixei guardado na minha memória, sem relê-lo uma única vez. No fim do ano passado, ao término da minha graduação em Editoração, veio o desejo de reler o livro. Por coincidência, estávamos também organizando no site o especial de 70 anos do início da Segunda Guerra. E assim foi, quase 10 anos depois, que reli O Diário de Anne Frank e, devo admitir, um pouco temerosa quando ao resultado da leitura, já que dentro desse período amadureci minha capacidade de análise como leitora e editora.
Mas, para minha felicidade, pude perceber que é realmente um relato excepcional. Fiz uma leitura dedicada, e novamente me emocionei muito. É claro que, como todo "primeiro livro", sou suspeita para falar da obra. De qualquer forma, tentei fazer uma resenha o mais competente possível. Vocês podem conferir no Homem Nerd, clicando aqui. E me digam o que acharam, por favor! =)
E, já que essa é minha primeira postagem de 2010 (diretamente do Maranhão!), desejo um novo ano cheio de nerdices a todos.
terça-feira, 12 de janeiro de 2010
Nota à edição brasileira e Prefácio
Sete para os Senhores-Anões em seus rochosos corredores,
Nove para Homens Mortais, fadados ao eterno sono,
Um para o Senhor do Escuro, em seu escuro trono
Na Terra de Mordor onde as Sombras se deitam.
Um Anel para a todos governar, Um Anel para encontrá-los,
Um Anel para a todos trazer e na escuridão aprisioná-los
Na Terra de Mordor onde as Sombras se deitam.
É difícil acreditar nisso, dada as semelhanças que encontramos entre a Guerra do Anel e a guerra que acontecia no mundo real. Entretanto, Tolkien é taxativo ao dizer que não gostava de alegorias. Tanto melhor, pois o leitor saber que lerá uma história totalmente inventada. E que começará na semana que vem com o "Prólogo".



